Dengue deixa em alerta Noroeste paulista ..

Ovos do mosquito duram até um ano em recipientes secos. Além da dengue, o Aedes também transmite o vírus da Zika e a febre chikungunya

Com a volta do período de chuvas, as autoridades de saúde dobram a atenção contra o mosquito Aedes aegypti em cidades da região noroeste paulista, já que as larvas do inseto se multiplicam com água acumulada.

Os ovos do mosquito duram até um ano em recipientes secos e mesmo no período de seca ele se mantém. Com a chuva, ele eclode, vira larva que em poucos dias se transforma no mosquito.

Na primavera, considerada uma estação de transição, a chuva aparece com mais frequência e maior volume. Segundo o Instituto Fiocruz, o combate deve ser redobrado nesta estação.

primavera

O calor também é outro fator que favorece a proliferação do mosquito nesta época do ano. De acordo com a Fiocruz, quanto mais possíveis criadouros disponíveis e as temperaturas elevadas, melhor para o Aedes procriar, ou seja, nesta época o desenvolvimento dele acelera.

Em São José do Rio Preto (SP) foram registrados 483 casos de dengue neste ano. Em Votuporanga (SP), de janeiro até agora, 202 casos. Além da dengue, o mosquito também transmite o vírus da Zika e a febre chikungunya.

“São doenças importantes que desencadeiam situações como problemas de formação em fetos, então é mais um momento importante para alertar sobre o perigo. Criadouros como pneus e garrafas não deveriam mais existir, mas também tem outros como calhas, que podem estar entupidas durante a seca e agora podem virar criadouros”, afirma o gerente da Vigilância Epidemiológica de Rio Preto, Abner Alves.

larvas
FONTE G1
OBRIGADO

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