Ônibus escolar capota no DF. Crianças e adolescentes ficam feridos

Um ônibus escolar com pelo menos dez crianças e adolescentes capotou nesta quinta-feira (29/08/2019) na área rural de São Sebastião. O Corpo de Bombeiros está no local. Há feridos. Uma pessoa foi transportada no helicóptero da corporação.

Ainda não há detalhes do que houve nem do estado de saúde dos estudantes e do motorista.

Ônibus escolar capota no DF. Crianças e adolescentes ficam feridos

Ao menos 10 crianças ficaram feridasCorpo de Bombeiros/Divulgação

Acidente com ônibus escolar deixou várias crianças feridasCorpo de Bombeiros/Divulgação

O Corpo de Bombeiros foi acionado para o resgateCorpo de Bombeiros/Divulgação

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FONTE- METROPOLES

Corpo achado no Jockey não é de funcionária do MEC, diz delegado

Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) encontrou, na manhã desta segunda-feira (26/08/2019), o corpo de uma mulher perto do Jockey Clube, na região de Vicente Pires. O cadáver, que apresentava sinais de asfixia, foi achado por uma pessoa que passava próximo ao local.

De acordo com a PCDF, a vítima aparenta ter entre 20 e 30 anos e estava nua. Ao lado do corpo, foi encontrada uma saia jeans. A identidade da mulher ainda é desconhecida pela corporação.

O caso é investigado pela 38ª Delegacia de Polícia (Vicente Pires). O delegado-chefe da unidade policial, Rafael Sampaio, descartou que o corpo seja da funcionária terceirizada do Ministério da Educação (MEC) Letícia Sousa Curado, de 26 anos, desaparecida desde sexta-feira (23/08/2019) da região de Planalatina. Na ocasião, ela também vestia saia jeans.

Corpo achado no Jockey não é de funcionária do MEC, diz delegado

Michael Melo/Metrópoles

A vítima, que tem cabelos escuros, estava amordaçada com uma camiseta branca. A polícia recolheu vários anéis, pulseiras e um cachimbo próximo ao cadáver achado na região do Jockey.

Uma mulher disse que a vítima é uma moradora de rua conhecida como “Magazine”. Ela seria usuária de drogas, segundo a testemunha. O corpo foi levado ao Instituto Médico Legal (IML), por volta das 13h.

FONTE- METROPOLES

Vídeo Veja: grupo quase é atropelado por carro que capotou no DF

Um vídeo chocante mostra o momento em que um motorista perde o controle do carro, capota e quase acerta pedestres na Quadra 39 do Itapoã. As imagens de câmeras de segurança foram gravadas na manhã deste sábado (24/08/2019).

A gravação mostra um grupo de cinco pessoas andando pela via residencial, quando o veículo, modelo Hyundai Azera, aparece desgovernado. Por sorte, todos conseguem desviar do carro que, durante o capotamento, ainda atingiu uma mulher em parada de ônibus da quadra. A vítima foi identificada como Luana Pereira de Mendes da Silva.

Segundo informações da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), o motorista teria perdido controle, colidido com uma caçamba de entulho e, em seguida, atropelado Luana. Após o susto, o grupo vai ao carro para tentar socorrer o condutor. De acordo com a corporação, o estado de saúde dele é grave.

Vítima e motorista foram encaminhados pelo Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF) ao Hospital Regional do Paranoá (HRPa). Em decorrência do acidente, a via precisou ser interditada nos dois sentidos.

FONTE- METROPOLES – POR VICTOR FUZEIRA

Ambulância do Samu que transportava bebê com pneumonia capota no DF

Uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) capotou, nesta segunda-feira (19/08/2019), na altura do Km 17 da BR-020. De acordo com a Secretaria de Saúde do Distrito Federal, dentro do veículo estava um bebê de 2 anos.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) foi acionada para prestar apoio ao atendimento das vítimas. Segundo a corporação, além da criança e do pai dela, outras quatro pessoas estavam na ambulância e ficaram feridas. Elas foram encaminhadas ao Hospital de Base (HBDF) apresentando apenas escoriações.

A dinâmica do acidente ainda é desconhecida. Em nota, a Secretaria de Saúde informou que a viatura realizava o transporte do paciente, com quadro de pneumonia, de Planaltina para o Hospital da Criança José Alencar.

De acordo com a pasta, estavam na viatura o condutor, uma enfermeira, um médico, a criança, o pai dela e uma enfermeira residente. “Os seis ocupantes da viatura tiveram escoriações leves e estão sendo levados para o Hospital de Base, onde passarão pelo protocolo de trauma – realização de raio-X e outros exames necessários – para avaliação geral. Todos estão conscientes e orientados”, informou a Saúde.

FONTE- METROPOLES- POR VICTOR FUZEIRA

Mulher é espancada e deixada seminua em matagal

Uma mulher de 42 anos foi encontrada seminua e com profundos ferimentos na face e hemorragia na manhã desta quinta-feira (15/08/2019), na L4 Norte, em frente à Estação Biológica da Universidade de Brasília (UnB). Segundo o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal, a vítima seria uma moradora de rua. Ela sofreu agressão física, mas negou violência sexual.

A mulher foi atendida por volta das 8h30 e transportada para o Hospital de Base do DF consciente, orientada e estável. Duas viaturas e oito militares foram deslocados para a ocorrência. O local ficou sob os cuidados da Polícia Militar.

Confira imagens:

Apesar dos ferimentos profundos no rosto e da hemorragia, foi transportada orientada e estável ao Hospital de Base do DFDivulgação/CBMDF

A mulher foi encontrada seminua e agredida em matagal na Asa NorteDivulgação/CBMDF

O Corpo de Bombeiros atendeu a vítima por volta das 8h30 desta quinta-feira (15/08/2019)Divulgação/CBMDF

A mulher foi encontrada seminua e agredida em matagal na Asa NorteDivulgação/CBMDF

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FONTE- METROPOLES – POR ISADORA TEIXEIRA

MULHER NÃO SAI DA CAMA HÁ QUASE 1 MÊS E ALEGA ERRO OBSTÉTRICO

Thaís Paiva, de 23 anos, se tornou mãe em 15 de julho. Porém, segundo a mulher, um erro médico transformou a realização de um sonho em um pesadelo. Um laudo médico atesta que Thaís foi vítima de um trauma obstétrico, causado pela episiotomia – corte cirúrgico que amplia o canal do parto e facilita a passagem do bebê – feita pelo obstetra

Recém-casadosThaís Paiva e Felipe Silva se programaram para engravidar. Após nove meses de gravidez saudável, a mãe, em trabalho de parto, se dirigiu ao Hospital Regional de Planaltina, no Distrito Federal. Na sala de cirurgia, Thaís foi medicada na tentativa de induzir o parto normal, mas, segundo o relato da vítima, a medicação provocou um edema de colo – quando a passagem vaginal fecha. O que impossibilitaria o parto normal, mesmo assim, o médico insistiu e realizou o corte no períneo – área muscular entre a vagina e o ânus. 

A intervenção, recomendada para prevenir lacerações graves, é controversa. Olaudo médico encomendado por Thais aponta que a paciente sofreu trauma obstétrico, o que lhe causou uma fístula retovaginal – uma conexão anormal entre o reto e a vagina. O procedimento causou sequelas como a perda de controle ao fazer necessidades básicas. Para que ela possa voltar a vida normal, será necessário procedimento cirúrgico reparador para fechar o canal rompido

Hoje, Thaís passa o dia na cama, as fortes dores à impedem de se mover. Nem mesmo medicamentos são eficientes no alívio da dor

advogado da família vai processar o médico e o estado por erro obstétrico e negligência médica

Em nota, a Secretaria de Saúde afirma que, a paciente teve parto sem nenhum problema, recebeu alta dois dias depois. Voltou ao hospital reclamando de dores na semana seguinte, foi encaminhada à proctologia do hospital de base, que inicialmente agendou cirurgia para 8 de agosto. Mas, um dia antes, ela passou por exames e a cirurgia foi suspensa e a paciente mandada de volta para casa. 

Em outra nota, a direção do Hospital Regional de Planaltina afirma que não houve negligência ou violência obstétrica e que a paciente foi informada da necessidade de induzir o parto à proteção da vida fetal. Quanto a não realização da cirurgia, o hospital não fez comentários.

FONTE- SBT NOTICIAS

‘Ele gostava de adrenalina’, diz irmão de piloto do DF morto em prova de Superbike

Parentes e amigos do piloto Welles Lins de Carvalho Balbino, de 31 anos, se reuniram nesta segunda-feira (12) para o último adeus ao piloto, morador do Distrito Federal. O enterro ocorreu no cemitério do Gama.

Welles morreu após sofrer um acidente na última curva de uma prova de Superbike, disputada no autódromo de Goiânia (GO), na tarde de domingo (11). A modalidade realiza corridas com motos comuns, que podem ser encontradas em concessionárias.

Ainda muito abalado, o irmão de Welles, Wellington Lins de Carvalho, de 33 anos, disse ao G1 que o piloto amava esportes radicais.

“Ele gostava de adrenalina, sempre gostou desses esportes.”

Welles Lins tinha 31 anos — Foto: Arquivo pessoal

Welles Lins tinha 31 anos — Foto: Arquivo pessoal

Além do motociclismo, Welles era empresário. Ele tinha uma rede de lanchonetes com unidades em várias regiões do DF e morava no Paranoá. Natural da Paraíba, ele deixa mulher e um filho, de 8 anos.

Cerca de 100 pessoas acompanharam o sepultamento. Em frente à capela onde Welles foi velado, motos foram estacionadas, em homenagem ao piloto.

Motos ficaram estacionados em frente à capela onde Welles Lins foi velado — Foto: Afonso Ferreira/G1

Motos ficaram estacionados em frente à capela onde Welles Lins foi velado — Foto: Afonso Ferreira/G1

O acidente

O acidente ocorreu na última curva da prova. O piloto disputava a 3ª etapa do Goiás Superbike, na categoria Escola 1000 cilindradas. Welles já participava da competição há dois anos.

A Federação de Motociclismo do Estado de Goiás (FMG), responsável pela prova, informou que o competidor olhou para trás para ver se havia outra moto próximo a ele, e acabou se acidentando.

Welles chegou a ser socorrido e levado para o Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo). Segundo a unidade de saúde, ele estava em estado gravíssimo e teve uma parada cardiorrespiratória.

As outras duas baterias da prova, que seriam feitas em seguida, foram canceladas. A Secretaria Estadual de Esporte e Lazer, responsável pelo autódromo, disse ao G1 que o espaço cumpre todas as normas de segurança, inclusive com amplas áreas de escape e proteção de pneus.

FONTE- G1

Após 10 dias de buscas, corpo de adolescente é encontrado

Foi encontrado nesta quinta-feira (08/08/2019) o corpo de Kelven Thalisson (foto em destaque), 17 anos, que estava desaparecido há 10 dias após uma briga com conhecidos dele. O cadáver do jovem estava jogado no meio da mata de um local conhecido como Rota do Cavalo, próximo ao Itapoã. Os suspeitos de terem cometido o crime ainda não foram presos.

De acordo com a investigação da 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá), Kelven teria ficado com o colar de prata de um conhecido, que não gostou da atitude. Cobrado para devolver o pertence, a vítima teria se recusado e uma briga começou. “Tentaram atropelar o menino com um carro, mas acabaram atingindo um poste. Kelven correu, mas foi alcançado, arrastado pelo carro e depois o levaram embora”, conta a delegada Jane Klébia, responsável pelo caso.

Segundo Jane Klébia, a mãe de Kelven conhecia um dos jovens responsáveis por matar o filho. Quando ela tentou entrar em contato, o rapaz teria dito: “Seu filho já foi para o saco e se ficar ligando, você vai também”. Mandados de prisão já foram expedidos contra os suspeitos.

FONTE- METROPOLES- POR MATHEUS GARZON

Sargento da Aeronáutica morre dentro de academia de tiros na Asa Sul

Um sargento da Aeronáutica foi encontrado morto, na noite desta sexta-feira (02/08/2019), dentro de uma academia de tiros na 511 Sul. A principal linha de investigação é a de que ele tenha cometido suicídio.

Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionadas às 19h37, mas quando entraram no estabelecimento já encontraram o militar sem vida. Ele apresentava um ferimento na cabeça. Ao lado do corpo estava alugada para aulas de disparos. A 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul) apura o caso.

Durante a noite, a região em torno da Guns Sport foi isolada para a realização do trabalho dos peritos do Instituto de Criminalística (IC) da PCDF.

Outro caso

Em 19 de junho de 2018, uma jovem de 22 anos se matou no mesmo local. Ela chegou a ficar internada por 24 horas, mas não resistiu ao grave ferimento, também na cabeça. Na ocasião, testemunhas contaram que ela treinava no clube de tiros havia uma semana. A moça era habilitada para participar das aulas de tiro. Nas redes sociais, dava sinais de depressão.

À época, o Metrópoles esteve na academia. Funcionários de uma oficina que fica ao lado do estabelecimento disseram não ter ouvido barulho de tiros. “Só vimos a movimentação quando a mulher saiu toda ensanguentada. Ainda estava viva e foi levada por uma ambulância”, contou um deles.

A documentação da loja Guns está em dia e os profissionais que trabalham no local são habilitados. O caso da mulher foi tratado pelos investigadores como autolesão e não acidente.

FONTE- METROPOLES- fernando.caixeta

Justiça condena dono de perfil de humor a indenizar idoso em R$ 100 mil por uso indevido de foto que virou meme

A Justiça condenou o dono de um perfil nas redes sociais a pagar indenização de R$ 100 mil pelo uso indevido da foto de um idoso, com a qual foram criados vários memes. Batizada de “Te Sento a Vara”, a página tem mais de 4,4 milhões de seguidores e utilizava a imagem acompanhada de frases consideradas pela decisão como “depreciativas e preconceituosas”. A decisão cabe recurso.

O idoso retratado na imagem é João Nunes Franco, que atualmente tem 91 anos e mora com a mulher em Cristalina, cidade goiana do Entorno do Distrito Federal.

O proprietário da página, Henrique Soares da Rocha Miranda, se defendeu no processo alegando que, em 2012, a imagem circulava na internet e, por isso, acreditou que se tratava de “conteúdo de domínio público; de uso livre”. Disse ainda que “não possui nenhuma responsabilidade pela divulgação da imagem” do idoso.

G1 entrou em contato com o advogado Leandro Silva de Menezes, que consta no processo como representante de Hugo, por telefone, entre 14h e 14h15 desta sexta-feira (2), mas as ligações não foram atendidas.

‘Te sento a vara’

Com a criação do perfil, memes com a imagem de João viralizaram. Ela era divulgada sempre acompanhada de uma frase, como “Te sento a vara moleque baitola”, “É 8 ou 80…Mas se for 69 serve” e “A vida não tá fácil…mas eu tô”.

Conforme o documento, após a divulgação, Henrique requereu junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) o registro da marca.

A partir disso, criou outro perfil, chamado @lojasentoavara, onde passou a vender itens como camisetas e bonés com a caricatura do João.

A decisão judicial determina ainda que sejam interrompidas a comercialização de qualquer item ou imagem alusiva ao idoso.

Atualmente, o perfil utiliza uma caricatura de João.

João Nunes, em foto atual, com 91 anos: cinco filhos, 11 netos e 14 bisnetos — Foto: Aquivo pessoal

João Nunes, em foto atual, com 91 anos: cinco filhos, 11 netos e 14 bisnetos — Foto: Aquivo pessoal

‘Ofendido’

Em seu pedido, os representantes do idoso sustentaram que ele, ao saber que sua foto estava sendo utilizada daquela forma, ficou “bastante ofendido”.

“Ele se sentia muito irritado, muito bravo. Não gostava de falar sobre o assunto. Achava um absurdo”, disse ao G1 a comerciante Lúcia Nunes Franco, de 65 anos, que diz ser a autora da foto original, no início da década de 1970.

João tem cinco filhos, 11 netos e 14 bisnetos. Fez a vida como trabalhador rural na cidade.

Segundo a ação, a foto foi cedida somente para uso em um blog chamado “Gente de Campo Alegre”, de Campo Alegre de Goiás, de onde João é natural, que conta a história de pessoas daquela cidade.

Após os memes começarem a surgir, a família pediu ao blog que retirasse a foto do ar, o que foi prontamente atendido.

Situação ‘vexatória’

Em seu despacho, o juiz Thiago Inácio de Oliveira salientou que a prova documental apresentada no processo é suficiente para constatar que Hugo “violou o direito de imagem” do idoso.

Ainda conforme o magistrado, a ampla divulgação da imagem aliada às frases deixou o idoso em uma situação “vexatória”.

“Revela-se inquestionável que um idoso prestes a completar 92 anos de idade, nascido nos idos de 1927, no interior de Goiás, sertanejo (folha 15), que guarda consigo tradições e costumes divorciados da desvairada era da internet mal usada, abala-se psicologicamente ao deparar-se com sua imagem vinculada a situações extremamente vexatórias, sem contar que difundida mundo afora”, destacou na decisão.

Oliveira afirmou “que uma imagem encontrada na internet, ainda que publicada por um terceiro, não a torna de domínio público” e que a autorização para uso da mesma é imprescindível.

Por fim, evoca os direitos constitucionais da personalidade e da pessoa idosa para embasar sua decisão e conclui que a culpa, neste caso, “mostra incontestável”.

Atualmente, perfil tem como foto uma caricatura de João — Foto: Reprodução/Instagram

Atualmente, perfil tem como foto uma caricatura de João — Foto: Reprodução/Instagram

FONTE- G1 – Por Sílvio Túlio, G1 GO

Mulher que teve gaze esquecida na vagina desabafa: “Estava podre”


Não bastasse o trauma de perder o primeiro filho por complicações na gestação, Erika Pereira Nascimento (foto em destaque), de 25 anos, sofreu com a negligência dos profissionais de saúde do Hospital Regional de Samambaia (HRSam). De acordo com a autônoma, os médicos responsáveis pelo parto do natimorto esqueceram, em seu útero, duas gazes utilizadas no procedimento cirúrgico.

Ao Metrópoles, Erika relatou ter procurado a unidade após realizar exame de ultrassom que apontou a morte precoce do bebê. Diante da comprovação, a equipe optou pela internação da jovem. “Eles [médicos] disseram que não tinha como fazer mais nada. Fizeram os procedimentos de internação, mas só fui fazer o parto no dia seguinte, por volta das 5h”.

Dois dias após o parto, a autônoma recebeu alta médica e voltou para casa. No entanto, durante a recuperação, começou a ter complicações. “Fiz todo meu resguardo da maneira como me foi recomendado e, no final dele, comecei a sentir umas dores e percebi que saía um líquido com odor forte e sangue da minha vagina. No início, achei que fazia parte do próprio resguardo”, conta.

Cinco dias depois de apresentar os sangramentos na região uterina, as dores se intensificaram, levando-a a procurar novamente o HRSam. “Eu sentia uma dor muito forte. Quando tocava, parecia ter um caroço. Fui ao hospital ver o que era e o médico retirou, de dentro da vagina, a primeira gaze, que estava podre e, em seguida, outra”.

Segundo Erika, o profissional responsável pela extração dos materiais hospitalares omitiu a informação no prontuário em uma tentativa de “tentar esconder o erro médico”. À reportagem, a jovem disse ter procurado a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) no dia seguinte para denunciar o fato e disse ter se sentido “esquecida”.

“Foi tudo muito difícil. Primeiro, perdi meu primeiro filho em um hospital que não tinha atendimento bom, que foi negligente. Fui esquecida e minha irmã teve de procurar os médicos para que eles me atendessem. Depois do parto, quando estava me recuperando e sofrendo meu luto, ainda tive que passar por tudo isso, inacreditável”, lamentou a autônoma.

Investigação policial

Assim como Erika, outras pacientes do Hospital Regional de Samambaia também denunciaram supostas negligências na unidade pública de saúde. Os relatos, que envolvem erros médicos, mortes de bebês e até humilhações, levaram a 26ª Delegacia de Polícia (Samambaia Norte) a dar início a uma investigação.

O delegado adjunto da 26ª DP (Samambaia Norte), Guilherme Sousa Melo, responsável pelas investigações que têm como alvo pelo menos oito médicos, disse que as mulheres apontam casos de constrangimentos nos atendimentos ocorridos na ala de obstetrícia.

Uma das vítimas chegou a relatar aos policiais que, após reclamar e gritar de dor durante atendimento, um médico disse: “Com um órgão (vagina) desse tamanho, do que ainda está reclamando?”. “São relatos constrangedores”, destacou o delegado. Em outro caso, uma idosa afirmou que um profissional a mandou calar a boca porque considerava que “ela perguntava demais”.

“O que conseguimos identificar é que as vítimas são pessoas carentes e procuram a unidade hospitalar para receber o atendimento que o Estado deveria lhes proporcionar e acabam sendo maltratadas por médicos. Isso está sendo apurado”, enfatizou o delegado. Até o momento, há registro de oito dessas situações em 2019. No ano passado, foram três ocorrências.

Ainda segundo o policial, uma das consequências da diligência é apuração de casos que ainda não foram registrados. “Queremos ter uma dimensão exata de quem são os médicos que praticam isso. Precisamos também destacar que não são todos e que a direção do hospital está nos ajudando a identificar isso”, pontuou.

Se os laudos apontarem negligência médica, os profissionais poderão responder por omissão de socorro e homicídio culposo (sem intenção de matar). “Quando se faz uma avaliação, sem o mínimo de técnica, e isso gera a morte da criança, por ser tratar de profissional especializado, há, sim, uma responsabilidade indireta pela morte”, ressalta o delegado.

Alguns médicos foram intimados e ouvidos. “Ainda é preciso levantar nomes de demais componentes das equipes, como técnicos de enfermagem, enfermeiros e outros, para que os relatos complementem as nossas investigações. Estamos programando oitivas para que médicos e novos pacientes sejam ouvidos ainda nesta semana”, acrescentou Guilherme Melo.

Violência obstétrica

Outro episódio é o da autônoma Lorrane Stefany, 19, moradora de Santo Antônio do Descoberto (GO). Ela acusa a equipe médica do Hospital Regional de Samambaia de omissão, negligência e violência obstétrica. O marido da mulher denunciou a unidade de saúde à Polícia Civil após a morte do bebê deles durante o parto, em setembro de 2018. Na ocasião, o caso foi mostrado pelo Metrópoles.

De acordo com o pai da criança, a companheira esteve em trabalho de parto por mais de um dia. A jovem havia começado a sentir contrações cerca de um mês antes. À época, ela recorreu ao hospital público para atendimento médico. Porém, as aflições continuaram. Mesmo com dores, não foi internada. Conforme a denúncia, a equipe médica não quis deixá-la no HRSam sob o argumento de que somente poderia realizar o procedimento a partir da 41ª semana de gestação.

Sem conseguir respaldo médico, Lorrane recorreu a um hospital em Santo Antônio do Descoberto (GO), Entorno do DF. Em seguida, a unidade a encaminhou de volta para Samambaia com indicação de cesariana. No dia 18 de setembro de 2018, por volta das 17h30 – mais de 24 horas após a internação –, a jovem foi submetida a parto normal. O bebê morreu logo depois. Segundo a família, a tragédia ocorreu em razão de procedimentos inapropriados.

“Deixaram a tesoura enrolada no cordão umbilical na minha perna durante 20 minutos e eu exposta”, ressaltou Lorrane. Ela frisou que o seu caso não teve desfecho na delegacia porque os médicos e enfermeiras intimados não compareceram à unidade policial.

À época, por meio de nota, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal “lamentou profundamente o ocorrido” e informou que a paciente estava em trabalho de parto. “Porém, o bebê entrou em sofrimento durante o período expulsivo”. Na sequência, conforme comunicado da pasta, a equipe médica iniciou a reanimação neonatal. “No entanto, infelizmente, não houve resposta positiva do bebê”, diz trecho do texto.

Até o momento, oito médicos – homens e mulheres – estão sendo investigados pela 26ª DP (Samambaia). O Conselho Regional de Medicinae o Ministério Público do DF e Territórios também apuram as denúncias. Há registro de duas ou mais ocorrências envolvendo um mesmo profissional. “Na semana passada, nós reunimos nove vítimas na DP para ter uma ideia da dimensão do que acontecia no HRSam, em relação a atendimento médico. Entre os casos, me chamou atenção um procedimento realizado que, de acordo com a vítima, teria causado a fratura da clavícula de um bebê”, salientou o delegado.

Mulher que teve gaze esquecida na vagina desabafa: “Estava podre”

Fachada do Hospital Regional de SamambaiaJacqueline Lisboa/Especial para o Metrópoles

O que diz a Secretaria de Saúde

Por meio de nota, a direção do HRSam comunicou que “todas as providências estão sendo tomadas pela direção e pela Superintendência da Região de Saúde Sudoeste”. Ainda de acordo com o texto, “um processo sigiloso foi aberto no âmbito da Secretaria de Saúde”. A pasta não informou se os médicos investigados continuam exercendo suas funções.

FONTE- METROPOLES

Homem de 43 anos morre afogado em lago no DF


Um homem de 43 anos morreu afogado na tarde deste domingo (14/07/2019), em um lago próximo à Quadra 401 de Santa Maria. Quando o Corpo de Bombeiros chegou ao local, a vítima já havia desaparecido, submersa na água.

Mergulhadores especializados em busca subaquática foram enviados imediatamente e, após 15 minutos de busca, encontraram Flávio de Souza a uma profundidade de cinco metros e bem distante da margem. Ele foi retirado da água sem qualquer sinal vital e submetido a manobras de reanimação. Apesar dos esforços, que duraram aproximadamente 50 minutos, Flávio foi declarado como morto.

O local permaneceu resguardado pela Polícia Militar até a chegada dos peritos da Polícia Civil.

FONTE- METROPOLES

Polícia mata pitbull que estava trancado em casa com criança no DF

Polícia Militar abateu um cachorro da raça pitbull que, segundo a corporação, ameaçava atacar uma criança que estava trancada com o animal dentro de uma casa na Quadra 6, Conjunto K, na Estrutural. O batalhão ambiental foi chamado para tentar capturar o cão por volta das 16h dessa sexta-feira (12/07/2019), mas não conseguiu diante da agressividade do bicho.PUBLICIDADE

Diante da impossibilidade de capturar o pitbull, os policiais ambientais pediram ajuda ao batalhão de cães devido à expertise desses militares com caninos. O sargento Arizomar Pereira, do BPMA, disse que tentou todos os meios possíveis, inclusive a cessão de um dardo tranquilizante com o zoológico, mas não conseguiu contato com os veterinários de lá. O abateocorreu após a anuência do dono do animal e pai da criança.

“Esse animal se soltou e partiu para cima dos donos. O homem e a esposa conseguiram sair, mas o menino, de 7 anos, ficou trancado em casa com o pitbull. Depois que nós chamamos o BPCães, a avaliação deles foi a mesma que a nossa, de que já tínhamos tentado todas as possibilidades e, infelizmente, a única alternativa ali era abater o animal. Ele foi abatido com um único tiro, com a arma da corporação, como forma de causar o mínimo sofrimento possível”, detalha o policial.

Entre o cão e a criança havia uma porta de aço que, na avaliação dos policiais, era frágil e poderia ser rompida pelo cachorro. De acordo com o sargento, também havia um vira-latas na casa, que se escondeu no mesmo cômodo do menino.

FONTE – METROPOLES

DF: polícia encontra corpo de homem em chácara nos fundos de hospital

O corpo de um homem foi encontrado em uma chácara do Setor Sol Nascente, na manhã desta quarta-feira (10/07/2019), atrás do Hospital São Francisco. O cadáver estava com sinais de violência.

Segundo a Polícia Civil, a vítima não portava nenhum documento. Equipes da 23ª Delegacia de Polícia (P Sul) conversaram com moradores da região para saber se alguém conhecia o homem mas, aparentemente, ele era desconhecido nas redondezas de onde foi encontrado.

Peritos estiveram no local para apurar as circunstâncias da morte. Eles localizaram um martelo próximo ao corpo. Nenhum suspeito foi preso até o momento e o caso é tratado pela polícia como homicídio.

FONTE- METROPOLES

DF: pai matou filho a facadas após discutir sobre carona e ficar a pé

Em depoimento prestado na 20ª Delegacia de Polícia (Gama), o homem de 66 anos acusado de matar o próprio filho à facada, na Quadra 208 de Santa Maria, confessou o assassinato. Segundo os investigadores, os dois brigaram após a vítima se recusar a dar uma carona ao pai.

Em depoimento, Francisco Canindé de Almeida contou que o filho, André Pereira de Almeida, 33 anos, passou o último domingo (07/07/2019) bebendo. O suspeito disse que, ainda pela manhã, pediu para o rapaz levá-lo à casa de uma neta – que não é filha da vítima –, no Recanto das Emas, pois queria passear com ela. No entanto, André teria se recusado, o que deu início às discussões.

“André continuou bebendo e, após discutirem durante um tempo, ele aceitou levar Francisco até a casa da garota. No local, a mãe da criança se negou a dar a neta para que o avô a levasse, pois já estava muito tarde. Irritado, o suspeito voltou a discutir com o filho, que o deixou, sozinho, no Recanto das Emas”, revelou o delegado Vander Braga.

FONTE- METROPOLES

PCDF procura professor de catequese que abusou de crianças por 20 anos

Polícia Civil do Distrito Federal divulgou imagens e pede que a população denuncie o professor de catequese José Antônio Silva, 47 anos. Ele é acusado de abusar sexualmente de crianças entre 4 e 10 anos. Além de lecionar em uma paróquia no Guará, o suspeito dava aulas de futebol em uma escolinha na mesma cidade.

Segundo a PCDF, o docente praticava os crimes contra os menores há mais de duas décadas. A primeira vítima identificada pelos investigadores tem, atualmente, 30 anos. De acordo com os relatos dos abusados à polícia, a violência sexual cessava quando os menores completavam 10 anos.

PCDF procura professor de catequese que abusou de crianças por 20 anos

Abusos teriam começado há 20 anosPCDF/Divulgação

Professor de catequese é procurado pela polícia por abusar de criançasPCDF/Divulgação

JoséAntônio Silva, 47 anos, dá aulas de futebol e de catequese no GuaráPCDF/Divulgação

Denuncie

Além do telefone 197, o Disque-Denúncia da PCDF, informações sobre o paradeiro de José Antônio podem ser repassadas por meio do site da corporação (www.pcdf.df.gov.br) ou pelo e-mail denuncia197@pcdf.df.gov.br. Outro canal é o WhatsApp: (61) 98626-1197. A identidade do denunciante será mantida no mais absoluto sigilo.

FONTE- METROPOLES

Homem entra em coma após receber golpe de jiu-jitsu em aula no DF

m aluno de jiu-jitsu está internado em coma induzido, há 9 dias, no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), após ter levado um golpe durante a aula em Planaltina. Em 26 de junho, o motorista de ônibus Marcos Batista da Silva, 38 anos, passou mal no momento em que praticava a arte marcial na academia Charles Gracie, no condomínio Estância Mestre D’armas I.

De acordo com familiares, Marcos frequentava a academia há pelo menos dois meses. Ele nunca havia tido contato com qualquer tipo de luta anteriormente, mas não possuía histórico de problemas de saúde.

Durante a aula, ele teria recebido um golpe conhecido como katagatame. O movimento é um estrangulamento característico do jiu-jitsu e do judô, e ocorre quando o lutador passa o braço por baixo do pescoço do oponente.

Segundo a esposa de Marcos, Núbia Vilarindo, 37, o marido teria acenado para que o colega interrompesse o golpe, batendo no tatame. No entanto, ao se levantar, começou a passar mal.

“Me ligaram para ir até a academia e quando cheguei lá, meu marido estava no chão, inconsciente e não conseguia falar. Disseram que era normal que o aluno passasse mal depois de receber o golpe”, disse ao Metrópoles.

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Núbia relatou que o professor acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Marcos foi encaminhado ao Hospital Regional de Planaltina (HRP) e, posteriormente, transferido ao HBDF. “Acho que o primeiro médico já havia notado que ele estava mal e dava sinais de um AVC [acidente vascular cerebral].”

AVC

O motorista chegou ao Hospital de Base ainda na noite de 26 de junho. Na unidade pública de saúde, sofreu o primeiro AVC e precisou ser submetido a procedimento cirúrgico durante a madrugada para remoção de um trombo cerebral – um tipo de coágulo formado na região.

Três dias depois, no domingo, sofreu o segundo acidente vascular cerebral, levando os médicos a induzir o coma. Nesta quinta-feira (04/07/2019), passou por tomografia para avaliar o nível de inchaço do cérebro.

Para a família do motorista, houve negligência por parte da academia. “O rapaz que lutou com ele está na academia há 3 anos. Meu marido é forte e alto, mas não tem técnica. Pelo tempo de academia, não sei se é correto um aluno novato receber esse golpe. Não sei se o professor estava acompanhando a aplicação do golpe. Disseram que não tinha batido no tatame, mas depois voltaram atrás.”

A mulher e a filha do motorista, de 14 anos, vivem dias de angústia aguardando a recuperação de Marcos. “Não sei se quem aplicou o golpe agiu de má-fé. A única coisa que eu sei é que o meu marido está no hospital em coma e não sei como ele vai voltar pra mim”, lamentou a esposa.

Caso é investigado

Após o fato, um boletim de ocorrência foi registrado na 16ª Delegacia de Polícia (Planaltina), que investiga o ocorrido. Segundo o delegado-chefe Diogo Cavalcanti, o aluno responsável pela aplicação do golpe e o professor de jiu-jitsu estiveram na delegacia para prestar depoimento.

“Até agora, a única versão que temos é de que a vítima estava na aula e receberia o golpe para, posteriormente, aplicá-lo no colega. No momento em que recebeu o katagatame, bateu no tatame e o colega o soltou. Quando se levantou, o professor teria percebido que Marcos estava sem reação e, segundo nos contou, deu início aos primeiros socorros”, explicou o policial.

A reportagem tentou entrar em contato com a academia Charles Gracie pelos telefones disponibilizados na rede social, mas não obteve retorno até a última atualização desta matéria.

Outro caso
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Na última terça-feira (02/07/2019), um praticante de judô morreu enquanto treinava após sofrer uma parada cardiorrespiratória. Júnior Juvenal da Silva, de 29 anos, praticava o esporte num tatame que funciona em uma igreja na QE 38 do Guará II, quando sofreu o ataque.

O jovem tinha histórico de cardiopatias e, segundo o professor do lutador, sentiu-se mal após meia hora de treino, quando saiu andando do tatame e caiu no corredor.

O Corpo de Bombeiros foi acionado e enviou nove militares para atender o rapaz, incluindo a equipe do socorro aéreo. Eles tentaram restabelecer os sinais vitais por 42 minutos, procedendo manobras de reanimação cardiopulmonar. Júnior não respondeu e teve o óbito confirmado no local pelo médico que acompanhava a equipe.

FONTE- METROPOLES

“Falava muito que me amava”, diz mãe de menino picado por escorpião

A família de Christian Souza de Jesus, de 4 anos, morto após ser picado por um escorpiãoenquanto dormia, na QNF 20 de Taguatinga, pretende se mudar do local. Pai do garoto, o serralheiro Juliano da Silva Alecrim da Silva, 32 anos, disse que a antiga ideia ganhou força após o incidente. “O sentimento pelo meu filho é de tristeza e a preocupação pelos outros é grande. A gente dorme achando que vai ser picado também”, contou ao Metrópoles, nesta segunda-feira (01/07/2019).

Juliano e Lorraine Silva de Jesus, 32, são pais de mais quatro crianças, uma de 10 meses de idade e as outras com 3, 6, e 11 anos. A mãe se revolta com a situação da região onde mora, que sofre com a infestação. “O governo só vem quando alguém morre. Estamos fazendo denúncia já faz tempo e não arrumaram nada”, reclamou.

Eles contaram que as aparições são recorrentes na região. Quando morava na rua ao lado, o próprio pai foi picado. “Só nos últimos seis meses, achei aqui uns 20 escorpiões”, revelou Juliano, enquanto segurava um pote com vários deles. “Todo mundo na vizinhança já teve caso. A gente quer sair para um lugar que não tenha esse problema”, completou.

Segundo os pais, Christian foi dormir na última sexta-feira (28/06/2019), a noite do incidente, com a irmã de 11 anos. “É um quarto em que meus filhos dormiam em beliche, sempre mudando de lugar. Na hora, a mais velha estava junto dele. Foi sorte de não pegar os dois”, contou Juliano.

De acordo com a mãe de Lorraine, Luciene Maria, 46, a picada ocorreu logo depois de todos da casa irem dormir. “Foi por volta de 12h50 que deitamos. Não deu nem 10 minutos e o menino acordou chorando”, relatou a avó. Apesar de ter sido levado rapidamente ao Hospital Regional de Taguatinga (HRT) e prontamente medicado, o menino faleceu no mesmo dia, por volta das 17h40.

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Luciene destacou que, a princípio, a família achou que a dor da criança era em decorrência de uma vacina que havia sido aplicada no início da semana. “Ele apontava para a perna onde tomou a injeção, mas falava ‘escopião!’. Aí, que meu genro virou o cobertor e a gente achou o bicho.”

Lorraine, mãe de Christian, reclama da infestação de escorpião no localRAIMUNDO SAMPAIO/ESPECIAL PARA O METRÓPOLES

Juliano, pai do menino, já achou mais de 20 escorpiões nos últimos seis mesesRAIMUNDO SAMPAIO/ESPECIAL PARA O METRÓPOLES

Segundo a mãe, o menino era muito amorosoArquivo Pessoal

Arquivo Pessoal

Arquivo Pessoal

Arquivo Pessoal

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No hospital, Lorraine disse que o estado de saúde de Christian foi piorando aos poucos. “A quantidade de veneno que ele recebeu foi muito grande. Inchou as mãos e as pernas, teve hipotermia. Às vezes ele ficava se debatendo e delirando. Era horrível”, relembrou a mãe. A criança começou a piorar muito a partir do meio-dia de sexta (28/06/2019). Ao todo, segundo Luciene, foram 15 paradas cardíacas. Ele morreu às 16h50 do mesmo dia.

O que resta agora são as lembranças do filho que, de acordo com Lorraine, não cansava de ser amoroso.”Me beijava e falava muito que me amava. Era uma coisa que eu também dizia sempre a ele”, desabafou. “O Christian ajudava em tudo. Até na creche ele guardava os brinquedos. Eu falava que ele nunca iria me dar trabalho na vida.”

Inspeção

A Vigilância Ambiental fez, nesta segunda-feira (01/07/2019), uma busca ativa por escorpiões em um raio de 300 metros da casa da família. Os agentes bateram de casa em casa e procuraram possível locais em que mais animais estivessem escondidos. Segundo os fiscais, em abril, eles fizeram o chamado “manejo ambiental” na quadra. Isso significa que pediram aos moradores que colocassem todos os entulhos do lado de fora das casas para que o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) recolhesse tudo.

“Falava muito que me amava”, diz mãe de menino picado por escorpião

Criança foi picada enquanto dormiaReprodução/Arquivo pessoal

Segundo a avó, o menino foi socorrido rapidamente, tomou soro, mas não resistiuRaimundo Sampaio/Especial para o Metrópoles

Casa onde o garoto vivia com a famíliaRaimundo Sampaio/Especial para o Metrópoles

Vigilância faz uma vistoria no localRaimundo Sampaio/Especial para o Metrópoles

Segundo vizinhos, quadra é infestada por escorpiõesRaimundo Sampaio/Especial para o Metrópoles

Raimundo Sampaio/Especial para o Metrópoles

Raimundo Sampaio/Especial para o Metrópoles

Escorpião

De janeiro a março deste ano, 344 pessoas foram picadas por escorpião no DF. No mesmo período do ano passado, o número de registros ficou em 261 casos, e três mortes. A Secretaria de Saúde atualiza esses dados a cada três meses.

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A Secretaria de Saúde do DF informa que vítima de animal peçonhento deve procurar hospitais de emergência ou Unidade de Pronto Atendimento (UPA). O Centro de Informações Toxicológicas está disponível para dar as primeiras orientações (Telefone: 0800 644-6774).

Saiba o que fazer

A picada de escorpião causa sintomas como vermelhidão, inchaço e dor no local. Algumas situações, no entanto, podem ser mais graves, provocando enjoos, vômitos, dor de cabeça, espasmos musculares e queda da pressão, havendo até risco de morte.

Os primeiros socorros são: lavar a área com água e sabão, manter o local da picada voltado para cima, não furar ou apertar a ferida e beber bastante água. Os profissionais de saúde recomendam que a pessoa procure o pronto-socorro mais próximo, principalmente em relação a mordidas dos tipos mais perigosos, como o escorpião amarelo, o marrom e o preto. A gravidade dos casos depende de quanto veneno foi injetado e como está a imunidade da pessoa.

As picadas desses animais são responsáveis por mais mortes no Brasil do que as mordidas de cobra. Encontrados em áreas urbanas, os escorpiões se reproduzem com facilidade e costumam se abrigar em pedras, entulhos, lenhas, materiais de construção, encanamentos, dentro de calçados e roupas, no interior das casas e em seus arredores.

Para aliviar a dor e a inflamação no local da picada, recomenda-se a aplicação de compressas com água morna e o uso de analgésicos ou de anti-inflamatórios, como dipirona ou ibuprofeno, receitados pelo médico. Em pacientes com sintomas mais graves, é necessário o uso do soro antiescorpiônico. Nesses casos, também é feita a hidratação com soro fisiológico na veia e observação por algumas horas.

FONTE- METROPOLES

Ex e dois acusados de matar dono de sorveteria Chiquinho vão a júri


Estão sendo julgados nesta quinta-feira (27/06/2019) três acusados de matar o empresário Lessandro Vilela Barbosa, 38 anos, dono da sorveteria Chiquinho. Entre eles, a ex-esposa da vítima, Janaína Maria Rocha (foto em destaque), 33, e os executores Victor Hugo Rodrigues Silva e Rafael Gonçalves Roriz, 35. O julgamento começou no Tribunal do Júri do Recanto das Emas, às 9h30.

O crime ocorreu em 10 de julho de 2017. Segundo a denúncia do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), Janaína planejou o assassinato do marido, e convenceu Victor e Rafael a participarem do crime com a promessa de obter vantagens financeiras.

Victor foi responsável, ainda segundo os promotores, por dirigir o carro usado no crime e Rafael efetuou os disparos. O homicídio ocorreu em uma das sorveterias de propriedade de Lessandro. Ele morreu na hora. Após a execução, Janaína deu prosseguimento ao plano, tomando as providências para ter a posse dos bens patrimoniais da vítima.

Para o MPDFT, o homicídio foi praticado por motivo torpe, com a intenção de obter vantagem financeira com a morte da vítima, e emprego de meio cruel, pois, já ferido, Lessandro foi atingido com disparo na nuca à queima-roupa. Além disso, foi utilizado recurso que dificultou a defesa da vítima, pois ela acabou sendo surpreendida em uma de suas empresas, sem que pudesse esperar pelo atentado.

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Janaína e Rafael também foram denunciados por coação de testemunha. Depois do crime, quando começaram a surgir suspeitas sobre o envolvimento do grupo, ambos os acusados ameaçaram por telefone a mãe da vítima. Disseram que, “se a investigação não parasse, muita gente ainda ia morrer”. A pedido do Ministério Público, o Tribunal de Justiça determinou a prisão preventiva dos três suspeitos.

O crime foi planejado, segundo a polícia. “Ou era a minha vida ou a dele”, disse a mulher, em rápida declaração à imprensa logo após ser presa. Segundo Janaína, o ex-marido era agressivo, já a manteve em cárcere privado e a teria ameaçado com arma de fogo. “Vocês não sabem o que nós [ela e os filhos] sofremos”, acrescentou, chorando muito, na ocasião.

Lessandro foi assassinado no dia 10 de julho, na Quadra 201 do Recanto, ao lado da sorveteria, na avenida principal da cidade. Ele levou um tiro na nuca, que teria sido disparado por um homem alto e com tatuagem no pescoço. O assassino fugiu em um Gol preto.

As investigações apontaram que a ex-esposa, identificada como J.M.R., convenceu o zelador do prédio onde residia, R.G.R, e também um funcionário da sorveteria, V.H.R.S, com os quais teria relacionamento amoroso, a executarem o empresário.

Ainda de acordo com os policiais, a mulher encomendou a morte de Lessandro por motivos financeiros, tendo em vista que não teria ficado satisfeita com a partilha dos bens durante a separação.

FONTE- METROPOLES

DF: mulher sofre queimaduras após vazamento em cilindro de oxigênio


Uma técnica em enfermagem sofreu queimaduras de primeiro e segundo graus, na manhã desta quinta-feira (27/06/2019), após manusear um cilindro de oxigênio. Segundo o Corpo de Bombeiros, houve um rompimento no lacre de segurança do equipamento, que passará por perícia.

Giane Silva, 31 anos, recebeu os primeiros atendimentos ainda na clínica médica, localizado no Setor Hospitalar Norte. “Ela estava manipulando o cilindro no terceiro andar do edifício. O ar não é tóxico, então, não houve registro de outras vítimas. Consideramos esse caso inusitado, pois a possibilidade do lacre romper é quase ineditamente”, explicou o tenente Reginaldo Machado do Corpo de Bombeiros.

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O local não precisou ser interditado pelo Corpo de Bombeiros. O acidente ocorreu às 8h50 e o cilindro tinha três litros de oxigênio.

FONTE- METROPOLES

Trabalhador morre após cair de andaime em Águas Claras

Dois homens caíram de um andaime enquanto trabalhavam em Águas Claras. O acidente ocorreu na manhã desta quarta-feira (12/06/2019), na Rua 31 Sul. De acordo com informações do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), Juscélio Oliveira Dantas, 54 anos, morreu no local.

O outro operário, Alcides Oliveira Ferreira, 28, ficou ferido, com suspeita de fratura no braço esquerdo. Ele está em estado de choque, mas consciente e orientado. Militares o transportaram para o Hospital Regional de Taguatinga (HRT). De acordo com o CBMDF, ambos usavam equipamentos de segurança.

Os momentos de horror foram acompanhados por uma moradora que pediu para não ser identificada. Ela viu a cena da janela do próprio quarto. “Os dois estavam no andaime, rebocando a parede, até que um dos cabos soltou. Com o impacto, o cinto de segurança de um deles rompeu e ele despencou. Já o outro segurou em uma corda, gritando, até ser socorrido pelos colegas”.

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A mulher contou que foi até o local do acidente, mas a vítima já estava sem vida. Por isso, decidiu auxiliar o outro operário. “Ele chorava e gemia muito. Imobilizamos o braço dele até o socorro chegar. Ficava perguntando pelo outro”, relatou.

Trabalhador morre após cair de andaime em Águas Claras

Um dos operários conseguiu pular no quarto andar antes de cair. O outro foi a óbito no momento da queda

Juscélio Oliveira Dantas tinha 54 anosHugo Barreto/Metrópoles

É possível ver que uma das estruturas de apoio da obra ficou penduradaHugo Barreto/Metrópoles

As vítimas caíram de uma altura estimada em 15 metrosHugo Barreto/Metrópoles

O local ficou aos cuidados da Polícia Militar e da Defesa CivilHugo Barreto/Metrópoles

Os homens caíram do quinto andarHugo Barreto/Metrópoles

Segundo o capitão Souza Mendes, do CBMDF, eles trabalhavam no quinto andar de um prédio em construção, a aproximadamente 15 metros do solo. O andaime móvel onde os homens estavam balançou, mas Alcides conseguiu pular para o quarto andar antes de cair. Juscélio, porém, foi a óbito no momento da queda. Em uma das imagens [galeria acima], é possível ver a estrutura pendurada.

Os bombeiros ressaltam que ainda não é possível afirmar que a causa do acidente foi o andaime. Somente a perícia, que deve sair em até 30 dias, poderá dizer. O engenheiro responsável pela obra é João Alfredo da Fonseca, da empresa Antares. O Metrópoles tenta contato com a construtora, que ainda não se manifestou. Além disso, a Defesa Civil foi ao local para avaliar a situação. A equipe de perícia da Polícia Civil também esteve no endereço.

“Pânico”

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Uma mulher que trabalha no prédio em frente à construção conta que escutou o ruído provocado pelo acidente. “Dava para perceber que algo tinha caído. Depois, tiveram muitos gritos de pavor. Um deles conseguiu se segurar, mas o outro despencou. Nessa hora, os colegas ficaram desesperados. Ainda tentaram mexer no corpo”, afirmou.

Outra vizinha, que não quis se identificar, também viu tudo de perto. Inicialmente, o que chamou atenção dela foi o barulho. Em seguida, ouviu gritos. Ela ainda está em choque: “Chamei os bombeiros desesperada. Os colegas da construção perceberam depois dos moradores do prédio da frente. Nós que os alertamos sobre o que tinha ocorrido, avisando para terem cuidado. Depois que viram o corpo, entraram em pânico”.

FONTE- METROPOLES

Jovem morre eletrocutado ao tocar cerca energizada em jogo de futsal

Um jovem, de 18 anos, morreu eletrocutado, na noite desta terça-feira (11/06/2019), após tocar o alambrado da cerca metálica de uma quadra de esportes na EQNM 38/40, em Ceilândia. A quadra fica ao lado do Centro de Ensino 17 e, segundo o Corpo de Bombeiros do DF, Gustavo Nogueira de Souza estava jogando futsal com os amigos quando levou o choque.

Equipes de socorro do CBMDF e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) prestaram o primeiro atendimento ao jovem. Ele sofreu uma parada cardiorrespiratória e passou por procedimentos de reanimação, mas os sinais vitais não foram restabelecidos e o óbito foi confirmado por um médico do Samu.

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Uma equipe da Companhia Energética de Brasília (CEB) foi enviada ao local para avaliar os riscos e identificar o que teria energizado a cerca. A perícia da Polícia Civil vai apurar o caso.

FONTE- METROPOLES

Vídeo. Motorista foge após atropelar adolescentes no DF

âmeras de segurança registraram o momento em que dois adolescentes são atropelados na avenida principal do Sol Nascente, em Ceilândia, na noite desse domingo (09/06/2019). As vítimas tiveram de ser hospitalizadas.

Nas gravações (veja abaixo), é possível observar que o condutor do Fiat Palio branco tenta realizar uma manobra para entrar na avenida principal, quando perde o controle do veículo e acerta em cheio a dupla. Com o impacto, as vítimas são arremessadas contra o muro de uma residência.

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FONTE- METROPOLES

Família pede ajuda para encontrar homem desaparecido no DF

A família de Gleydston Vieira Silva, de 45 anos, pede ajuda para encontrá-lo. Ele está desaparecido desde a última segunda-feira (03/06/2019). Foi visto pela última vez ao sair da casa onde mora, na Vila Dimas, em Taguatinga Sul, por volta das 3h da madrugada.

O irmão dele, Anderson Pereira Silva, registrou boletim de ocorrência na 21ª Delegacia de Polícia. Segundo ele, Gleydston estava calçado com chinelos e vestindo bermuda e jaqueta marrom, quando saiu da residência.

Gleydston passou a tarde com o filho, comemorando o aniversário de 20 anos do jovem. Depois, voltou para casa, onde mora sozinho com a avó de 84 anos. “Ele chegou e foi tomar banho. Nossa avó saiu e, quando voltou, ele não estava mais em casa”, explica Anderson.

O homem teria voltado à residência, por volta das 3h, pegado a jaqueta e saído novamente. Depois disso, não foi mais visto. “Não tenho noção do que pode ter ocorrido. Minha avó não sabe dizer se tinha alguém esperando ele do lado de fora”, conta o irmão.

Ele ressalta que Gleydston levou a carteira e o celular, mas não atende as ligações. “Os dois números dele estão desligados”.

Família pede ajuda para encontrar homem desaparecido no DF
Desaparecido

De acordo com Anderson, o irmão é uma pessoa “tranquila”. “Sempre saía, mas mantinha contato. Se fosse para um lugar mais distante, falava com a gente.”

Gleydston tem dois filhos, de 13 e de 20 anos. O mais velho teria procurado os amigos do pai para saber do paradeiro dele, mas não teve sucesso.

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Quem tiver informações sobre Gleydston pode entrar com contato com o irmão dele, Anderson, por meio do telefone (61) 99140-5544. A 21ª Delegacia de Polícia também deve ser acionada, por meio do número (61) 3207-7904.

FONTE- METROPOLES

Lis e Mel: gêmeas siamesas separadas por cirurgia no DF recebem alta de hospital após 36 dias

As irmãs siamesas Lis e Mel – separadas, em abril, por uma cirurgia inédita no Distrito Federal – receberam alta médica na manhã desta segunda-feira (3). Elas comemoraram o aniversário de 1 ano nesse sábado (1º) e, de presente, ganharam a autorização para voltar para casa.

As meninas estavam internadas há 36 dias, no Hospital da Criança de Brasília. A alta foi assinada pelo médico Benício Oton, coordenador da equipe que realizou o procedimento. “Já assinei as altas, falta fazer curativos especiais”, explica o cirurgião. “Devem sair ainda hoje de manhã”.

A mãe das gêmeas, Camila Vieira, com as meninas — Foto: Arquivo Pessoal

A mãe das gêmeas, Camila Vieira, com as meninas — Foto: Arquivo Pessoal

Mel e Lis passaram 10 meses unidas pela cabeça, na altura da testa. A separação das gêmeas siamesas ocorreu no dia 27 de abril. O procedimento, de alta complexidade, é considerado “raríssimo” pelos médicos, e durou cerca de 20 horas – com 36 etapas.

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Esta foi a primeira cirurgia do tipo a ser realizada no Distrito Federal, a terceira do Brasil e a décima do mundo, de acordo com a Secretaria de Saúde.

Gêmeas Lis e Mel se reencontram pela primeira vez depois de cirurgia inédita em Brasília  — Foto: TV Globo/Reprodução

Gêmeas Lis e Mel se reencontram pela primeira vez depois de cirurgia inédita em Brasília — Foto: TV Globo/Reprodução

Recuperação

Lis saiu da UTI na última segunda-feira (27). Mel havia deixado a unidade intensiva uma semana antes. Quando as duas se encontraram, no mesmo quarto da enfermaria, trocaram longos olhares, se tocaram e Mel recebeu a irmã com um beijo (veja vídeo abaixo).

Em entrevista anterior ao G1, a mãe das meninas, Camila Vieira, disse que a gratidão é o sentimento que, agora, mais representa a família.

“Agora nós vemos a vida de uma forma diferente. Assim como elas lutaram, também aprendemos a dar mais valor a nossa [vida].”

Cirurgia complexa

Mais de 50 profissionais participaram do procedimento, todo feito pelo SUS, no Hospital da Criança de Brasília José de Alencar. Foi o primeiro do tipo no Distrito Federal e o terceiro no Brasil.

Segundo a equipe, não havia veias ou artérias ligando o cérebro das meninas. Mas o processo, além de raro, exigia extremo cuidado. No local onde os cérebros ficavam encostados não existia nenhuma membrana revestindo o sistema nervoso.

FONTE- G1

Pai viaja ao DF para buscar filha que viu esquartejamento de Rhuan

A menina de 8 anos que testemunhou a morte e o esquartejamento de Rhuan Maycon da Silva Castro, de 9, deve ser ouvida em um depoimento especial marcado para esta segunda-feira (03/06/2019). O pai da criança, o agente penitenciário de Rio Branco (AC) Rodrigo Oliveira, chegou a Brasília na manhã deste domingo (02/06/2019) para reencontrar a filha. Ela havia sido sequestrada pela mãe, a artesã Kacyla Priscyla Santiago Damasceno Pessoa, em dezembro de 2014.

“Já agendei a oitiva e, se houver condições de ser feita, vou designá-la para isso. O pai pode estar cansado e a criança pode não estar bem. Então, pode ser que não aconteça”, explicou o delegado-chefe adjunto da 26ª Delegacia de Polícia (Samambaia Norte), Guilherme Sousa Melo, responsável pela investigação do caso. O delegado pretende viajar nesta semana ao Acre para descobrir como era a vida das crianças antes de passarem a viver clandestinamente com Kacyla e Rosana Auri da Silva Candido, mãe e assassina de Rhuan.

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Já o pai do menino, Maycon Douglas Lima de Castro, revelou ao Metrópolesque não sabe como vai fazer para viajar ao DF e cuidar da liberação e sepultamento do corpo. Entre momentos de silêncio seguidos por soluços, ele contou à reportagem como a família buscou pela criança, levada pela mãe em 2015. “A gente postava no Facebook fotos, e as pessoas indicavam onde ele estava. Tentamos salvar o Rhuan”, garantiu.

Para Maycon, a Justiça não fez nada para salvar a vida do filho. “Nós buscamos ajuda na polícia, no Conselho Tutelar, ligamos para todos os lugares possíveis”, lembra. “Nosso advogado conseguiu um mandado, mas ninguém parecia querer ajudar a gente”, ressaltou. Pedidos de informações sobre o paradeiro da criança também foram postados na internet (veja galeria abaixo):

Pai viaja ao DF para buscar filha que viu esquartejamento de Rhuan

Maycon com o filho: dois anos de buscas pelo meninoFoto cedida ao Metrópoles

Apelos por informações que levassem à criança foram postados nas redes sociaisReprodução

Rhuan tinha 9 anos e era bastante alegre, segundo o paiFoto cedida ao Metrópoles

Kacyla e Rosana passaram por audiência de custódia na manhã deste domingo. Segundo o delegado Guilherme Sousa Melo, elas permanecerão na carceragem do Departamento de Polícia Especializada (DPE) da Polícia Civil até quinta-feira (06/06/2019), quando devem ser transferidas para a Penitenciária Feminina do DF, no Gama.

Crime

Enquanto dormia, Rhuan foi morto pela mãe com ajuda da companheira dela. Ambas confessaram o crime e estão presas. De acordo com a polícia, depois de matarem Rhuan a facadas, as mulheres esquartejaram a criança e tentaram queimar partes do corpo na churrasqueira da casa onde moravam.

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Houve também tentativa de se desfazerem do cadáver colocando pedaços em uma mala e duas mochilas. Os restos mortais de Rhuan foram localizados em dois endereços: no lote onde a mãe e a companheira dela moravam, na QR 619 de Samambaia (DF), e na via pública da QR 425, em frente à creche Azulão, onde Rosana largou a mala. Ela foi vista por pessoas que estavam em um campo de futebol: desconfiadas da atitude da mulher, tarde da noite, as testemunhas acionaram a polícia.

Veja imagens do local da tragédia e da apuração do homicídio:

Pai viaja ao DF para buscar filha que viu esquartejamento de Rhuan

Crime é investigado pela equipe da 26ª DP. As duas mulheres foram presas em casa, logo após cometerem o assassinatoMichael Melo/Metrópoles

Após matarem a criança, as duas esquartejaram o corpo e o colocaram em duas mochilas e uma malaMichael Melo/Metrópoles

Depois, tentaram queimar o cadáver em uma churrasqueiraMichael Melo/Metrópoles

Camisa usada pelo menino na hora do crimeMichael Melo/Metrópoles

Delegado Guilherme Sousa investiga o casoMichael Melo/Metrópoles

Ajuda

Maycon e Rosana ficaram dois anos casados. “O casamento acabou e ela ficou morando com a minha família. Eu fui embora quando descobri que ela tinha um caso com a mulher que ela conheceu na igreja, e depois causou tudo isso [o crime]”, acusou.

Sem emprego, Maycon, que mora na periferia de Rio Branco (AC), pede ajuda para conseguir dinheiro. “Quero viajar para Brasília e dar para o meu filho um enterro digno. Aqui, ele vai ser sepultado pelas pessoas que o amam. Vai ser aplaudido por ter sido nosso guerreiro”, disse. “Sobrou apenas o sorriso dele”, completou o pai, desolado.

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Rosana e Kacyla estão presas. Durante interrogatório (veja vídeos abaixo), nenhuma teria demonstrado arrependimento. Elas supostamente admitiram não ter a guarda das crianças e haver fugido do Acre sem conhecimento dos pais de Rhuan e da filha de Kacyla. Viviam escondidas. Para não chamar atenção, os filhos não iam à escola havia cerca de dois anos. Após a descoberta do assassinato de Rhuan, a filha da companheira da mãe do garoto foi encaminhada a um abrigo no DF.

Veja depoimento da companheira da mãe, Kacyla Priscyla Santiago Damasceno Pessoa:

FONTE- METROPOLES

O velório de Sabrina de Jesus Cabral, 6 anos, morta após ser torturada pelos tios e deixada ao relento, reuniu familiares e amigos da vítima neste sábado (01/06/2019). O corpo da menina chegou ao Cemitério de Planaltina por volta do meio-dia. Quando foi colocado na capela, houve muita comoção e choro.

Os pais da criança, que cumprem pena por tráfico de drogas, compareceram ao local com forte escolta policial e permaneceram por cerca de 15 minutos. A mãe precisou ser atendida, pois passou mal.

De acordo com o advogado da família, a mulher teve o pedido de prisão domiciliar acatado pela Justiça e vai cuidar dos outros três filhos em uma casa localizada em Planaltina (GO), mesma cidade onde o crime aconteceu. O corpo da menina será enterrado ainda na tarde deste sábado.

residência do casal acusado de assassinar Sabrina e de maltratar outras três crianças, todas agredidas dentro de casa, foi saqueada e incendiada na madrugada dessa sexta-feira (31/05/2019). Segundo um vizinho que não quis se identificar, desde a prisão dos moradores, pessoas têm pulado a cerca do lote e saído em seguida.

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Ainda nessa sexta, uma das irmãs sobreviventes à violência dos tios, de 4 anos, foi transferida do Hospital Regional de Planaltina (HRP) ao Hospital da Criança de Brasília (HCB). Ela apresenta lesões antigas, como marcas de ferro de passar roupa e duas fraturas no braço. Os conselheiros tutelares contaram que as crianças comeram de forma desesperada ao chegar ao centro de saúde. O HCB, no entanto, não divulgou o estado de saúde atual dela.

Sob escolta policial, pais vão a velório de menina torturada por tios

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Diarista Maria Josué disse que crianças pediam comidaAndre Borges/Esp. Metrópoles

Casa onde moravam as crianças agredidas pelos tiosAndre Borges/Esp. Metrópoles

Segundo o delegado do caso, a criança de 6 anos morta na quarta-feira (29/05/2019) foi agredida com um vergalhão de ferroAndre Borges/Esp. Metrópoles

Os outros irmãos chegaram ao hospital com fome e muito machucadosAndre Borges/Esp. Metrópoles

Os tios teriam alegado que espancaram as crianças porque elas pediram comida aos vizinhosAndre Borges/Esp. Metrópoles

O delegado afirmou que há indícios de torturaAndre Borges/Esp. Metrópoles

Pedreiro Antônio Jares relatou que agressões eram constantesAndre Borges/Esp. Metrópoles

Tortura e morte

Sabrina de Jesus Cabral foi espancada e deixada ao relento antes de falecer. O irmão relatou que ela foi castigada com um vergalhão de ferro e um pedaço de madeira. Além de Sabrina, os tios maltratavam e agrediam outras três crianças: um menino de 8 anos, uma menina de 4 e outra, de 1. Elas apresentavam sinais de violência que, segundo o delegado do caso, indicam prática de tortura.

O episódio trágico ocorreu no Setor Aeroporto, em Planaltina de Goiás, cidade no Entorno do Distrito Federal, a 65 quilômetros de Brasília. O maior de idade foi indiciado por tortura e homicídio qualificado. Já a adolescente, de 17 anos, responderá por ato infracional análogo aos delitos cometidos pelo namorado.

“Através da coloração das lesões, é possível ter uma ideia de quando elas foram praticadas. Isso é uma característica de tortura”, apontou o delegado Antônio Humberto, do Grupo de Investigações de Homicídios (GIH) do município goiano. “Nós, que estamos acostumados a trabalhar com violência, achamos esse caso particularmente chocante. Uma violência absurda. Um fato animalesco. Uma selvageria sem precedentes”, completou.

Um vizinho que chegou ao local na tentativa de socorrer Sabrina expôs que a menina tinha espuma branca na boca e reclamava de dores no peito.

Agressão

O delegado garantiu que os agressores não demonstraram arrependimento no momento do depoimento. De acordo com a tia, Sabrina tentou se esconder debaixo da mesa e, mesmo assim, foi agredida com chutes na cabeça.

O menino e a garota mais nova foram encaminhadas para um abrigo no município do Entorno após receberem alta médica. Segundo o vice-presidente do Conselho Tutelar, Antônio Freire, o corpo de Sabrina já foi liberado do Instituto de Medicina Legal (IML), mas ainda não há confirmação sobre o velório e sepultamento.

Andre Borges/Esp. Metrópoles
Antônio Humberto Costa, delegado do Grupo de Investigações de Homicídios (GIH) de Planaltina de Goiás
Agressões constantes

De acordo com vizinhos e policiais ouvidos pela reportagem do Metrópoles, os atos de violência contra as crianças eram recorrentes. O pedreiro Antônio Jares, 33 anos, contou que o último episódio presenciado por ele ocorreu na noite de terça-feira (28/05/2019).

“Por volta de meia-noite, eu abro a janela e vejo a tia arrastando a menina pelos cabelos aqui na rua. Era um relacionamento conturbado. Escutávamos brigas todos os dias.”

Ainda segundo o vizinho, o casal circulava com as crianças no bairro, a cerca de cinco meses.

“Nós já havíamos denunciado outras vezes. A polícia vinha, eles não abriam a porta, e as autoridades iam embora. Ouvíamos os meninos chorando. Eles passavam o dia fora e deixavam as crianças chorando em casa, sem comida. Era um casal intimidador. Tínhamos medo de virar alvo e ficávamos neutros. Nessa quarta [29/05/2019], a minha esposa resolveu chamar o conselho [Conselho Tutelar], e foi quando recebemos a informação da morte de uma das crianças”, comentou.

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A diarista Maria Josué, 56, é vizinha do casal e mora na casa onde as crianças pediram comida na manhã dessa quarta-feira. “Nós sempre dávamos. Às vezes, ouvia as crianças gritando e perguntava o que estava acontecendo, mas eles diziam que não era nada. Nesse dia, ele se arretou, ficou com raiva e fez o que fez”, observou.

Ela comentou ainda que tinha um bom convívio com Bruno. “Ele vinha aqui e conversávamos. As crianças deles também brincavam com as minhas. Nunca havíamos visto marcas. Eles andavam sempre limpos, calçados e vestidos. Estou chocada”, apontou Maria.

Vídeo feito por policial na hora da ocorrência:

FONTE – METROPOLIS

Vídeos. “Foi a solução”, diz mãe após assassinar o filho de 9 anos

A cabeleireira Rosana Auri da Silva Candido, que assassinou o próprio filho, Rhuan Maycon da Silva Castro, de 9 anos, revelou os motivos para ter cometido o crime na noite desta sexta-feira (30/05/2019). Segundo a mulher, o pai e o avô da criança, ex-namorado e pai de Rosana, respectivamente, a agrediram física e verbalmente há cerca de dois anos por ela ter se convertido à religião evangélica. “Para mim, foi a solução. Seria hipocrisia minha dizer que não sabia o que tava fazendo, mas [matar o menino] foi a unica coisa que passou na minha cabeça”, disse na 26ª Delegacia de Polícia (Samambaia Norte), onde está detida.

A companheira de Rosana, Kacyla Priscyla Santiago Damasceno Pessoa, 28 anos, acusou a namorada de ter planejado todo o crime e alegou só ter ajudado por ter sido pressionada. “Eu tinha me arrependido e ela ficou brigando comigo. Disse que ia fazer sozinha. Então, eu só auxiliei”, deu sua versão. “Antes de ela fazer isso, eu fiquei segurando o braço dela. Passamos 30 minutos ali. Fiquei perplexa, sem movimentar o corpo e, quando vi, ela já tinha dado a primeira facada”, detalhou.

Veja o que a mãe, Rosana Auri da Silva Candido, disse sobre o assassinato:

Kacyla Priscyla disse que se sentia ameaçada pela companheira, mas alegou arrependimento por ter compactuado com o crime. “Quando ela voltou, depois de jogar a mala [com partes do corpo da criança], chegou estranha, diferente. Perguntei: ‘você quer se matar e me matar?’. Ela disse ‘não’, mas que não estava bem. Ali, eu já abri a porta e preparei os documentos, porque sabia que viríamos parar aqui [na delegacia]”, relatou.

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Mais articulada que a companheira, Kacyla ainda afirmou que o menino não pediu por socorro ao receber as facadas. Ele teria dado “um pequeno grito” depois do primeiro golpe e falecido. “Ela [Rosana] não queria mais nenhuma ligação com a família paterna. Não queria devolver [a criança], nem dar para ninguém. Queria isso, se livrar dele”, disse.

Veja depoimento da companheira da mãe, Kacyla Priscyla Santiago Damasceno Pessoa:

O assassinato teria acontecido enquanto o garoto dormia. Segundo o delegado-chefe adjunto da 26ª DP, Guilherme Sousa Melo, depois de o matarem com golpes de faca, as mulheres o teriam esquartejado e tentado queimar partes do corpo na churrasqueira da residência.

Para se desfazerem do cadáver, elas o teriam colocado em malas. No entanto, ao passarem em um campo de futebol, algumas pessoas teriam desconfiado da cena e chamado a polícia.

Vídeos. “Foi a solução”, diz mãe após assassinar o filho de 

Vídeos. “Foi a solução”, diz mãe após assassinar o filho de 9 anos

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As duas mulheres foram presas em casa, logo após cometerem o assassinatoMichael Melo/Metrópoles

Rhuan Maycon da Silva Castro, de 9 anos, foi assassinado pela própria mãe e a companheira delaMichael Melo/Metrópoles

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Após matarem a criança, as duas esquartejaram o corpo e o colocaram em duas mochilas e algumas malasMichael Melo/Metrópoles

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Depois, tentaram queimar o corpo do garoto em uma churrasqueiraMichael Melo/Metrópoles

Camisa usada pelo menino na hora do crimeMichael Melo/Metrópoles

Delegado Guilherme Sousa investiga o casoMichael Melo/Metrópoles

Os policiais encontraram as duas em casa com uma menina de 8 anos, filha de Kacyla. Os restos mortais de Rhuan foram localizados em dois endereços: no lote onde moravam, na QR 619, e na via pública da QR 425, em frente à creche Azulão. Parte do corpo estava em duas mochilas.

As duas suspeitas foram presas e estão na delegacia. Durante interrogatório, nenhuma teria demonstrado arrependimento. Elas supostamente admitiram não ter a guarda das crianças e haver fugido do Acre sem conhecimento dos respectivos pais. Para não chamar atenção, os filhos não iam à escola há cerca de dois anos.

De acordo com o Conselho Tutelar da cidade, a menina de 8 anos foi encaminhada a um abrigo.

Michael Melo/Metrópoles
Kacyla (à esquerda) e Rosana foram presas logo após o assassinato
Premeditação

Segundo as investigações, as mulheres moravam na região há cerca de dois meses, oriundas do Acre, e a residência em que vivem tem aspecto de abandono. Cômodos bagunçados e panelas cheias de mofo foram encontradas pelos policiais. Dentro da casa, as duas ainda teriam pintado trechos de passagens bíblicas nas paredes.

De acordo com o delegado, elas planejaram matar o garoto há um mês. Primeiro, pensaram em envenená-lo, mas deliberaram pela facada no peito. Hoje, em depoimento, disseram que decidiram fazer isso porque pretendiam se mudar para outro endereço.

Rosana afirmou ter ódio do filho pelo vínculo com o próprio pai, que a teria maltratado no passado. Para o delegado, a outra criança provavelmente também seria morta.

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Crime

A mãe disse que deu a primeira facada. Rhuan teria, então, se postado de joelhos. Segundo o depoimento, Kacyla chegou por trás e tentou “apagar” a criança com um pano embebido em acetona. Na sequência, Rosana acertou mais três facadas nas costas do menino e o decapitou.

Depois, as duas esquartejaram o corpo com as facas e um martelo. Ainda o colocaram na churrasqueira, mas o cheiro ficou forte, o que as fez desistir. Por isso, puseram os restos mortais nas mochilas escolares e nas malas.

O delegado acredita que a menina de 8 anos tenha acordado durante o assassinato, mas ficado em silêncio. A criança foi descrita como muito inteligente e ajudou a polícia a desvendar a dinâmica do crime.

FONTE- METROPOLIS

DF: preso acusado de matar mulher. Casal se relacionava pelo Fecebook

A Polícia Civil do DF prendeu um homem acusado de ter matado uma mulher em Taguatinga Norte. O caso tinha sido tratado inicialmente como suicídio, mas foi reclassificado para feminicídio — o 14º deste ano.

Rocemiro Penijaro Ferreira da Silva, 44 anos, é suspeito de assassinar a servidora pública aposentada da Secretaria de Educação Edileuza Gomes de Lima, 68, usando uma sacola plástica e um cabo USB. Em 29 de março deste ano, a mulher foi encontrada morta, em casa, na QNL 1, Bloco H. Vítima e agressor teriam um relacionamento virtual. Os motivos ainda não foram esclarecidos.

No dia da morte, a filha da vítima chegou em casa após cumprir a jornada de trabalho no Hospital de Base. Ela se deparou com a mãe de bruços, falecida sobre a cama, com a cabeça e rosto cobertos por uma sacola plástica e um carregador de celular enrolado ao pescoço.

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A filha começou a gritar por socorro, até que um vizinho chegou em seu auxílio. Uma equipe do Corpo de Bombeiros foi acionada, e os militares chegaram a submeter a vítima a procedimentos de reanimação, mas ela não respondeu, e o óbito foi constatado no local. Apesar da asfixia, não havia sinais de que a mulher tivesse sido agredida.

Mãe e filha moravam juntos na casa, em Taguatinga, e ela passava os dias e tardes sozinha, enquanto a jovem saía para trabalhar. O último contato entre as duas foi às 11h, na data do possível crime. Segundo o boletim de ocorrência, a morte teria ocorrido entre as 17h e as 19h30.

De acordo com o registro na 17ª Delegacia de Polícia, o celular, um molho de chaves e o controle remoto do portão eletrônico da vítima não foram localizados. A mulher sofria de problemas no coração e fazia uso contínuo de medicamentos, incluindo antidepressivos. O nome e idade da vítima não foram revelados.

Aguarde mais informações

FONTE- G1

É lei: agressor de mulheres pagará multa de R$ 5 mil no DF

Entrou em vigor a lei que prevê pagamento de multa para agressores de mulheres no Distrito Federal.

Ela foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal na última sexta-feira, 17 e prevê multas de R$ 5 mil a R$ 10 mil para quem praticar, ou se omitir em casos de violência física, psicológica ou sexual contra mulheres.

Se ficar comprovado que a violência causou danos à integridade ou à saúde da vítima, haverá um acréscimo de 50% no valor da penalidade.

Em caso de aborto ou morte da mulher, a sanção será dobrada. A multa também vale em casos de danos morais ou ao patrimônio de mulheres.

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“A ideia é que, atingindo o bolso do agressor, ele sinta, também, o prejuízo financeiro pelo seu ato”, diz a deputada distrital Julia Lucy (Novo), autora da proposta aprovada.

Não precisa denunciar

Outro ponto positivo: a mulher não precisa denunciar o agressor.

Esse papel será do servidor público que atender a mulher agredida.

A lei prevê que cada órgão que fizer o atendimento à vítima de violência terá que apresentar um relatório sobre o caso para, assim, dar início à abertura de um processo administrativo.

O dinheiro

O destino dos valores arrecadados com as multas, de acordo com a lei, será destinado ao atendimento de pessoas em situação de violência doméstica ou familiar.

A proposta, aprovada pela Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), foi apresentada em abril pela deputada distrital Julia Lucy (Novo) e aprovada de forma célere, em dois turnos.

FONTE-SONOTICIABOA

Em rede social, postagem com PMs do DF ironiza marcha: “Comunas”

Uma imagem que circula pelas redes sociais nesta quarta-feira (15/05/2019) mostra policiais militares do DF dentro de um veículo seguindo para a Esplanada dos Ministérios, onde ocorre uma marcha contra os bloqueios de verbas na Educação. Na legenda, a seguinte frase: “E vamos todos para o extra na Esplanada brincar com os comunas”. A Secretaria de Segurança (SSP-DF) determinou abertura de processo administrativo para analisar o caso.

O perfil que aparece no Instagram com a legenda sobre a foto é de Rodrigo Jardim, supostamente um PM. Um cassetete também aparece ao lado de Rodrigo. Ele escreveu ainda: “#13º BPM. #PMDF#210 anos”.

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Em nota, a Secretaria de Segurança Pública do DF informa que “a postagem do policial militar não condiz com o elevado padrão profissional da Polícia Militar do DF, além de contrariar normas de conduta preconizadas pela SSP/DF. A pasta determinou que seja aberto procedimento administrativo para análise do caso”.

Procurado pela reportagem, o Centro de Comunicação Social da Polícia Militar informou que já está ciente do caso e analisa a imagem.

A Comissão de Direitos Humanos da Câmara Legislativa acionou corregedoria da PM para que apure a suposta ameaça feita nas redes sociais contra os manifestantes.

“A publicação é grave ameaça aos direitos humanos e à liberdade de protesto, ambos garantidos pela Constituição Federal. Essa violação precisa ser investigada pelas autoridades competentes. Não vamos aceitar que essa conduta fique impune”, declarou o deputado Fábio Felix (PSol), presidente da comissão.

FONTE- METROPOLIS

Trinta famílias perdem tudo em incêndio no DF. Elas precisam de ajuda

Pelo menos 30 famílias perderam tudo após um incêndio consumir dezenas de barracos na região do acampamento Monjolo, no Recanto das Emas. Devido à ação rápida do Corpo de Bombeiros, não houve vítimas fatais e apenas cinco moradores foram encaminhados ao hospital.

Neste momento, porém, as famílias estão sem casa e precisam de ajuda. Integrantes da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedest) e da Segurança Pública estão no local para dar assistência aos atingidos.

Como as famílias perderam tudo, elas necessitam de alimentos e produtos de higiene. As doações podem ser feitas na administração do Recanto das Emas, que fica na Avenida Recanto das Emas Quadra 206/300 (onde ficava o antigo galpão da escola de samba Aruremas).

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O fogo teve início na madrugada deste domingo (12/05/2019), Dia das Mães. O Corpo de Bombeiros foi acionado e agiu rapidamente para controlar as chamas, que se alastravam com rapidez em razão do material de alta combustão usado para erguer os barracos.

Segundo informe da corporação, o trabalho durou aproximadamente duas horas. As primeiras viaturas começaram a chegar perto das 3h das manhã.

Apesar das chamas, não houve vítimas graves. Os cinco moradores que foram encaminhados ao hospital estavam com tonturas devido à inalação de fumaça.

De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, foram destacados 47 militares e 13 viaturas para controlar o fogo.

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“O combate ao incêndio durou em média duas horas, após esse tempo, iniciou-se o trabalho de rescaldo (operação para extinção de prováveis pontos de reignição de incêndio)”, destacou trecho do boletim de ocorrência enviado pelos bombeiros.

Até o momento, os bombeiros não sabem explicar o que deu origem ao fogo. “A perícia de incêndio foi acionada e a PMDF estava no local em apoio ao CBMDF no controle do público residente”, destacou a corporação.

Mobilização

Cerca de 30 famílias afetadas por um incêndio na Quadra 406, Conjunto P, local conhecido como Invasão Monjolo, no Recanto das Emas, estão recebendo atendimento da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes). O secretário Eduardo Zaratz acompanhou pessoalmente o início da ação, juntamente com os demais integrantes de seu gabinete.

Um posto de atendimento avançado foi montado pela Unidade de Proteção Social 24 horas na Administração Regional do Recanto das Emas, onde, desde as primeiras horas da manhã, está sendo solicitado o Benefício Eventual, no valor de R$ 408, que também pode ser ocorrer por meio da oferta de bens de consumo.

Outra hipótese é o Benefício Excepcional, concedido em razão do desabrigo temporário, de prestação excepcional no âmbito da assistência social e subsidiária à Política de Habitação. O auxílio é concedido às famílias que vivenciam situações de vulnerabilidade temporária ocasionadas pela falta ou pela inadequação da moradia em virtude de, por exemplo, catástrofe, desastre ou calamidade pública.

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O Benefício Excepcional se destina exclusivamente ao pagamento de aluguel de imóvel residencial. É concedido em parcelas mensais de até R$ 600, por até seis meses, podendo ser prorrogado por igual período.

Para atender de maneira mais emergencial, serão disponibilizadas 80 cestas básicas, das quais 25 começaram a ser entregues. Quinze famílias estão sendo atendidas neste momento, as outras estão em casa de parentes, mas virão para cá, onde receberão o atendimento.

FONTE- METROPOLIS